
A Suzano espera encerrar 2026 com dívida líquida inferior a US$ 14 bilhões, apoiada em uma geração de caixa mais forte no quarto trimestre. A perspectiva foi apresentada por executivos nesta sexta-feira, 6 de novembro, durante a discussão dos resultados da companhia.
O valor abaixo de US$ 14 bilhões é uma projeção para o fim do ano, não uma redução já alcançada. O balanço do terceiro trimestre, divulgado na quinta-feira, registra dívida líquida de US$ 14,7 bilhões.
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O que sustenta a expectativa
O diretor financeiro, Marcos Assumpção, apontou a sazonalidade dos volumes de celulose, o ambiente de preços e o câmbio como fatores favoráveis à geração de caixa nos últimos três meses do ano.
Preços e câmbio podem mudar; a expectativa dos executivos depende do desempenho efetivo da operação e do mercado. A previsão não corresponde a uma garantia de resultado.
O presidente da empresa, João Alberto de Abreu, afirmou que a redução do endividamento permanece no planejamento após a expansão em bens de consumo. A Suzano passou a consolidar a Arbex, sociedade com a Kimberly-Clark, no terceiro trimestre.
Produção e dívida são medidas diferentes
Na conversa com jornalistas, a direção também reiterou a estratégia de manter a produção de celulose cerca de 3,5% abaixo da capacidade anual de 13,5 milhões de toneladas.
Essa estratégia produtiva já havia sido anunciada; sua reafirmação nesta sexta não é um novo corte de produção. Ela deve ser distinguida da previsão financeira apresentada para o encerramento de 2026.
A foto de arquivo mostra a fábrica em Limeira, em 2021, e não registra a apresentação dos resultados.





















