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Georgieva pede que bancos centrais considerem riscos da expansão da IA

Diretora do FMI alerta para efeitos de uma desaceleração do impulso ligado à tecnologia nas decisões sobre inflação.

Kristalina Georgieva sentada durante evento em Nova York em 24 de setembro de 2025; fotografia de arquivo, anterior à declaração de novembro de 2026.
Georgieva, 2025 (arquivo). Xuthoria · CC BY-SA 4.0.

A diretora-gerente do Fundo Monetário Internacional, Kristalina Georgieva, disse nesta sexta-feira, 6 de novembro, que bancos centrais devem considerar uma possível desaceleração do crescimento impulsionado pela inteligência artificial ao definir medidas contra a inflação. Ela falou na sede da instituição, em Washington.

Georgieva apresentou um risco a considerar, sem anunciar uma mudança de juros ou uma projeção numérica para o crescimento da IA.

Investimentos e volatilidade

A dirigente demonstrou preocupação com a dependência dos mercados em relação ao ciclo de investimentos na tecnologia e às avaliações elevadas de empresas do setor.

Para Georgieva, a volatilidade tende a continuar e pode tornar mais difícil o trabalho dos bancos centrais diante de riscos à estabilidade de preços.

O alerta não estabelece que toda oscilação financeira seja causada pela IA nem antecipa uma decisão do Banco Central brasileiro.

A fotografia é de setembro de 2025, em Nova York, e não retrata a fala desta sexta-feira.

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