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Israel vota para renovar Parlamento; Netanyahu disputa maioria com oposição

Eleição ocorre nesta terça-feira, com encerramento previsto às 17h de Brasília. Pesquisas divergem sobre as chances de uma maioria parlamentar.

Benjamin Netanyahu em retrato durante visita ao Pentágono, em fotografia de arquivo.
Benjamin Netanyahu no Pentágono, em 5/2/2025. Arquivo: Madelyn Keech/Força Aérea dos EUA — domínio público nos EUA. Recorte disponibilizado pelo Wikimedia Commons; não retrata a votação de 27/10/2026. Origem. Licença.

Os israelenses votam nesta terça-feira (27) para escolher os 120 integrantes do Knesset, o Parlamento do país. A composição das bancadas determinará as negociações para formar o próximo governo e a possibilidade de Benjamin Netanyahu permanecer como primeiro-ministro.

Segundo a CNN Brasil, com informações da Reuters, as seções abriram às 7h locais e a votação tem encerramento previsto para as 22h — 17h em Brasília. O presidente Isaac Herzog votou pela manhã em Jerusalém. A disputa é a primeira para o Parlamento desde as eleições de 2022 e o ataque do Hamas de outubro de 2023.

Resultado depende da soma de cadeiras

A escolha dos parlamentares não é uma eleição direta para primeiro-ministro. A formação do governo depende das alianças e do apoio reunido no Parlamento.

A maioria absoluta corresponde a 61 das 120 cadeiras. O ex-chefe militar Gadi Eisenkot é apontado nas reportagens como o principal adversário de Netanyahu. Partidos árabes e outras legendas podem ganhar peso nas conversas para formar uma coalizão.

Pesquisas apontaram cenários diferentes

Em levantamento sobre as últimas pesquisas pré-eleitorais, publicado pela CNN em 23 de outubro, três emissoras — Channel 13, Channel 12 e Kan 11 — atribuíam 50 cadeiras ao bloco de Netanyahu. Nas mesmas sondagens, o campo rival também ficava abaixo da maioria absoluta.

O Channel 14 destoava dos demais e projetava 62 assentos para a coalizão do atual premiê. Os números ajudam a dimensionar a incerteza, sem antecipar como o eleitorado votará.

Pesquisas de intenção de voto e projeções de cadeiras não são resultados da eleição. Esta reportagem acompanha uma votação ainda em curso, sem declarar vencedor.

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