Cultura

Oswaldinho do Acordeon morre aos 72 anos; músico aproximou a sanfona de outros estilos

Morte no domingo foi anunciada por amigos, segundo o UOL. Causa não havia sido divulgada na reportagem consultada; trajetória incluiu forró, jazz, blues e música clássica.

Oswaldinho do Acordeon toca uma sanfona vermelha no palco do Baile de Bambas, em 2008.
Oswaldinho do Acordeon no Baile de Bambas, em 27/04/2008. Foto de arquivo: Caio Paganotti / As fotos da Virada! (Expansão Cultural), via Wikimedia Commons — CC BY-SA 2.0. Origem. Licença.

Oswaldinho do Acordeon morreu neste domingo (25), aos 72 anos, segundo reportagem do UOL publicada às 20h35. O veículo informa que a notícia foi anunciada pelo músico Rodolfo Forte e pelo radialista Orlando Camboim, amigos do sanfoneiro, nas redes sociais.

A causa da morte não havia sido divulgada na reportagem consultada. O Matutino não obteve confirmação direta da família nem apresenta as publicações nas redes como verificadas de forma independente.

Uma trajetória para além do forró

Nascido em Duque de Caxias, no Rio de Janeiro, em 5 de junho de 1954, Oswaldo de Almeida e Silva era filho do sanfoneiro Pedro Sertanejo. A carreira atravessou seis décadas, com o acordeon como centro de uma produção que também dialogava com rock, jazz, blues e repertório clássico.

A versatilidade aparece no arquivo da Rádio Câmara. Na apresentação de um programa de 26 de agosto de 2018, a emissora destacou suas adaptações da Quinta Sinfonia de Beethoven ao forró e de Asa Branca ao blues.

Esse registro da Rádio Câmara é um documento sobre sua trajetória, publicado em 2018. Não é uma confirmação do falecimento, informado nesta notícia com atribuição ao UOL.

A imagem que acompanha a matéria é de uma apresentação no Baile de Bambas, em 2008, e está identificada como arquivo.

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