
A Polícia Federal cumpre cinco mandados de busca e apreensão no Rio de Janeiro e em Niterói nesta terça-feira (27), na segunda fase da Operação Castratio. A investigação trata de contratos da Secretaria estadual de Agricultura, Pecuária e Abastecimento com uma empresa privada. Segundo a corporação, os contratos somam cerca de R$ 200 milhões.
As ordens foram expedidas pelo Supremo Tribunal Federal. A PF apura suspeitas de direcionamento de contratações, superfaturamento e fraude em licitações. Materiais recolhidos na primeira fase, realizada em maio, deram origem à nova etapa.
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O valor de R$ 200 milhões corresponde à soma dos contratos investigados. Ele não deve ser apresentado como quantia de desvio já comprovado.
Escritório de parlamentar é alvo, diz CNN
Segundo reportagem de Elijonas Maia, da CNN Brasil, o escritório de advocacia do deputado federal reeleito Marcelo Queiroz (PSDB-RJ) e pessoas ligadas a ele são alvos das buscas. A emissora informa que os contratos envolviam serviços de castração e esterilização de animais e que Queiroz comandava a secretaria na época.
Na versão atualizada às 9h15, a CNN dizia ter procurado o deputado e aguardava resposta. Essa solicitação foi feita pela emissora; o Matutino não realizou contato próprio. O comunicado público da PF consultado não identifica nominalmente os alvos.
Investigação continua
A operação busca reunir elementos sobre as suspeitas. As diligências anunciadas não representam condenação dos investigados. A PF cita possíveis crimes de peculato, corrupção e lavagem de dinheiro, ainda em apuração.





















