
O Renault Group registrou receita de €11,596 bilhões no terceiro trimestre de 2026, alta nominal de 1,5% sobre um ano antes, informou a fabricante nesta quinta-feira (29). O grupo vendeu 497.799 veículos entre julho e setembro, queda de 6% na mesma comparação.
A receita cresceu apesar da redução de veículos vendidos. Faturamento, volume de vendas e lucro são indicadores diferentes. O comunicado reúne as marcas Renault, Dacia e Alpine; o recorte não descreve apenas a operação brasileira nem exclusivamente a marca Renault.
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Marcas com ritmos diferentes
A marca Renault vendeu 349.901 veículos no trimestre, recuo de 2,9%. A Dacia caiu 12,8%, para 144.175, enquanto a Alpine avançou 58,4%, para 3.723 unidades. No acumulado de janeiro a setembro, o volume do grupo foi de 1,662 milhão, 2,2% abaixo de 2025 — período diferente do trimestre.
Sem o efeito das variações cambiais, a receita do grupo aumentou 1,4%. A área automotiva faturou €9,835 bilhões, praticamente estável. A Mobilize Financial Services teve receita de €1,761 bilhão, crescimento de 11%.
As vendas de elétricos avançaram 84,7% no trimestre e chegaram a 25,8% dos automóveis de passeio vendidos pelo grupo. Essa participação usa como base carros de passeio; não deve ser aplicada ao total que também inclui comerciais leves.
Metas mantidas para 2026
A companhia manteve a projeção de margem operacional em torno de 5,5% da receita anual e de fluxo de caixa livre automotivo próximo de €1 bilhão. A Reuters relata que a fabricante enfrenta maior concorrência, inclusive de marcas chinesas na Europa.
Os números de margem e caixa são metas para o ano, ainda sujeitas à execução e às condições de mercado. O balanço trimestral não representa anúncio de preços, novas versões ou disponibilidade de veículos no Brasil.





















