
A Ferrari elevou nesta terça-feira (3) a previsão de receita para 2026 de cerca de € 7,60 bilhões para € 7,65 bilhões. A revisão acompanhou o balanço do terceiro trimestre, em que a fabricante italiana registrou lucro líquido de € 431 milhões, ante € 382 milhões no mesmo período de 2025.
De julho a setembro, a receita líquida cresceu 7%, para € 1,896 bilhão, e o lucro operacional subiu 12%, para € 563 milhões. Os números divulgados pela empresa são preliminares e não auditados. A margem operacional passou de 28,4% para 29,7% na comparação anual.
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Personalizações pesaram na receita
A montadora entregou 3.368 veículos no trimestre, enquanto fazia a transição entre modelos. A Ferrari atribuiu o avanço da receita com automóveis e peças à composição das vendas e à contribuição dos itens de personalização. A empresa também disse que as entregas do supercarro F80 avançaram conforme o planejado.
A receita com automóveis e peças atingiu € 1,586 bilhão, enquanto patrocínios, atividades comerciais e de marca responderam por € 220 milhões. A empresa citou os patrocínios e o fornecimento de motores a outras equipes da Fórmula 1 entre os fatores que ajudaram a operação ligada às corridas.
O que mudou na previsão anual
Além da receita, a fabricante passou a prever lucro operacional ajustado de pelo menos € 2,285 bilhões para 2026, contra um piso de € 2,26 bilhões na estimativa anterior.
A projeção incorpora uma procura por personalizações acima do esperado, um impacto cambial menor após as proteções contratadas e a hipótese de segundo lugar no campeonato de Fórmula 1. Trata-se das premissas usadas pela empresa para o ano inteiro; o balanço divulgado nesta terça cobre o período encerrado em setembro.





















