
O Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central tem reunião marcada para esta terça (3) e quarta-feira (4), quando deve anunciar sua decisão sobre a taxa básica de juros. A meta da Selic está em 13,75% ao ano desde a reunião de setembro.
A decisão de novembro ainda não foi divulgada. Manutenção e redução da taxa são possibilidades avaliadas por analistas, não decisões tomadas pelo comitê.
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Na última reunião, em 16 de setembro, o Copom reduziu a meta em 0,25 ponto percentual, de 14% para 13,75% ao ano. Foi o quinto corte consecutivo, segundo a Agência Brasil. O histórico do Banco Central registra o valor atual da meta.
Expectativas diferentes
Reportagem da CNN Brasil publicada na segunda-feira (2) mostrou divergência entre instituições financeiras. Itaú Unibanco e BTG Pactual previam a manutenção da taxa, enquanto Inter e ASA projetavam redução de 0,25 ponto percentual.
Essas estimativas pertencem às instituições citadas na reportagem e podem mudar. Elas não representam o resultado da reunião nem uma garantia sobre decisões futuras.
A matéria relata que economistas consideram, entre os fatores para a decisão, as expectativas de inflação, o cenário fiscal e os efeitos de conflitos externos sobre preços e custos. Cada instituição atribui pesos diferentes a esses riscos.
Por que a Selic importa
A meta da Selic é uma referência para os juros da economia. Mudanças podem influenciar o custo do crédito, as condições financeiras e a demanda ao longo do tempo, embora a taxa cobrada de cada pessoa ou empresa dependa de outros fatores.
Mesmo que o Copom altere a Selic, não há uma mudança automática de igual magnitude em todos os empréstimos e aplicações. O comunicado após a reunião ajudará a explicar a avaliação do comitê.
A fotografia mostra a sede do Banco Central em Brasília em janeiro de 2026; é uma imagem de arquivo e não registra a reunião desta semana.





















