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Taiwan relata 53 embarcações chinesas em faixa do Pacífico

Mapa divulgado por Joseph Wu inclui 34 navios de guerra; Pequim afirma que o porta-aviões Liaoning realiza treinamento de rotina.

Ilustração editorial por IA: A wide ocean view with one generic modern naval vessel in the middle distance under a softly overcast sky, crisp steel ship details, realistic sea and wake. No flags, no identifiable ship numbers, no map, no explosions, no missiles or combat. This is a conceptual image about naval activity, not a claim about a particular ship or its real location.
Atividade naval. Ilustração por IA: Matutino.

O secretário-geral do Conselho de Segurança Nacional de Taiwan, Joseph Wu, divulgou um mapa de embarcações chinesas operando em uma área que se estende do sul do Japão até águas próximas de Taiwan e das Filipinas. A publicação é de quarta-feira (28); a Reuters noticiou nesta quinta-feira (29) que o mapa reúne 53 embarcações, sendo 34 da Marinha.

A contagem se refere a uma faixa extensa do Pacífico, não a 53 navios concentrados no entorno imediato de Taiwan. O material distingue navios militares de outras embarcações oficiais chinesas. O Matutino consultou a postagem e o mapa, mas não realizou rastreamento independente dos navios.

Alerta e resposta chinesa

Wu incluiu o grupo do porta-aviões Liaoning entre os deslocamentos e classificou a atividade simultânea como ameaça a Taiwan, Japão e Filipinas. Essa avaliação é do representante taiwanês. Na quinta-feira, o ministro da Defesa de Taiwan, Wellington Koo, afirmou que acompanha a movimentação e mantém intercâmbio de informações com parceiros, segundo a Reuters.

A China havia descrito a atividade do Liaoning como treinamento de rotina, sem alvo em um país específico. A Reuters informou que os ministérios da Defesa chinês, japonês e filipino não responderam imediatamente ao pedido de comentário sobre o novo mapa.

O alcance do levantamento

O documento mostra formações em diferentes pontos da região e retrata a situação apresentada por Taiwan em 28 de outubro. As posições de embarcações podem mudar e não constituem uma localização em tempo real.

A divulgação do mapa não confirma um bloqueio naval ou o início de um ataque. Pequim reivindica Taiwan como parte de seu território; o governo da ilha rejeita essa pretensão e defende que sua população decida o próprio futuro.

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