
O Ministério da Saúde informou na terça-feira (27) que o projeto Saúde Digital sem Racismo avança na seleção de sistemas do SUS para investigar possíveis diferenças de desempenho entre grupos raciais.
A definição de tecnologias, indicadores e métodos foi discutida em oficina na segunda-feira (26). A divulgação ocorreu no Dia Nacional de Mobilização Pró-Saúde da População Negra.
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A iniciativa está na preparação das pesquisas. O comunicado não apresenta auditorias concluídas nem comprova que um sistema específico do SUS já tenha sido corrigido.
Três frentes
O plano prevê auditorias de sistemas automatizados; acompanhamento da Política Nacional de Saúde Integral da População Negra na digitalização; e escuta de lideranças negras e quilombolas sobre acesso às tecnologias.
A sequência inclui revisão científica, coleta e análise de dados e recomendações técnicas. O professor Deivison Faustino, da Faculdade de Saúde Pública da USP, coordena o projeto, segundo o Ministério.
A divulgação não informa sistemas escolhidos, amostras, prazo final ou resultados clínicos. Não permite calcular uma taxa de discriminação nem afirmar melhora comprovada dos atendimentos.





















