
Começou neste domingo (1º) a campanha semestral de atualização dos rebanhos em São Paulo. Produtores devem informar até 30 de novembro os animais presentes nas propriedades, segundo a Defesa Agropecuária do estado.
A declaração é obrigatória para todas as espécies abrangidas pela campanha, não apenas para bovinos e búfalos. É uma atualização cadastral; não é uma campanha de vacinação.
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Como declarar
Além de bovinos e bubalinos, o órgão lista equinos, suínos, ovinos, caprinos, aves, peixes e outros animais aquáticos, colmeias e bichos-da-seda. A relação também inclui asininos e muares.
A declaração pode ser feita pelo produtor no sistema de Gestão de Defesa Animal e Vegetal, o Gedave, com senha, ou presencialmente em uma unidade da Defesa Agropecuária. O órgão recomenda confirmar os horários antes de procurar atendimento. O sistema recebeu declarações antecipadas desde 28 de outubro.
A emissão da Guia de Trânsito Animal para bovinos e bubalinos fica bloqueada no início da campanha e depende da regularização, conforme a Defesa Agropecuária. A orientação estadual também prevê contribuição ao Fundesa-PEC para essas espécies.
Fundo sanitário
Segundo a Defesa Agropecuária, a contribuição dos criadores de bovinos e bubalinos é calculada pelo número de animais declarados, à razão de R$ 1,076 por animal em 2026. O fundo estadual é destinado a indenizações ligadas à febre aftosa, nas condições descritas pelo órgão.
Quem deixou de atualizar o cadastro no primeiro semestre deve regularizar a pendência até o fim da campanha. A medida integra a vigilância após a retirada da vacinação contra a febre aftosa no estado em 2023.
O registro dos animais ajuda o serviço sanitário a manter os dados atualizados; ele não comprova vacinação realizada nem indica doença no rebanho retratado na foto de arquivo.





















