
Mais de 330 mil internações de crianças com menos de dez anos foram registradas por quedas entre 2016 e 2025, segundo levantamento divulgado pela Sociedade Brasileira de Pediatria. A Agência Brasil retomou os dados em 21 de outubro.
A maior parcela dos registros ficou na faixa de cinco a nove anos. O estudo também apontou ocorrências em crianças de um a quatro anos e em bebês, grupos expostos a situações diferentes dentro e fora de casa.
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O levantamento conta internações, não necessariamente crianças distintas. Uma pessoa pode gerar mais de um registro, e quedas sem hospitalização ficam fora desse indicador.
A SBP chama atenção para cuidados como proteção de janelas, supervisão adequada à idade e atenção a superfícies elevadas onde bebês são colocados. Brincadeiras e atividades físicas também exigem ambientes e equipamentos compatíveis com a criança.
Prevenir acidentes não significa impedir a criança de brincar. A orientação é reduzir riscos previsíveis no ambiente e adequar a supervisão à fase de desenvolvimento.
A série histórica ajuda a dimensionar a demanda hospitalar, mas não demonstra que todas as quedas tiveram a mesma gravidade, causa ou possibilidade de prevenção.





















