
Uma carga de 900 quilos de castanha portuguesa proveniente da Itália foi retida após a identificação de uma praga quarentenária ausente do Brasil. O Ministério da Agricultura divulgou o caso em 20 de outubro.
Segundo a pasta, o lote chegou ao Aeroporto de Guarulhos em 7 de outubro. A análise laboratorial identificou Cydia splendana, inseto que pode atacar frutos de castanheiras.
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“Castanha portuguesa” é o nome do produto; o país de origem informado para essa carga é a Itália. A detecção no lote interceptado não significa que a praga esteja estabelecida no Brasil.
O ministério relatou fumigação em 16 de outubro e a adoção de procedimentos para impedir a entrada do material no mercado.
No comunicado consultado, devolução ou destruição ainda aparecem como destinação a ser solicitada. Não há confirmação, nesse documento, de que a etapa final tenha sido concluída.
A fiscalização de fronteira procura impedir que pragas cheguem às áreas de produção. O episódio não é, por si só, evidência de infestação em lavouras brasileiras. As informações sobre a inspeção e o laudo são atribuídas ao órgão responsável.





















