
O SUS passou a contar com um protocolo nacional para o uso de emicizumabe em crianças de zero a seis anos com hemofilia A sem inibidores do fator VIII da coagulação. A portaria conjunta foi publicada em 15 de outubro, embora o ato tenha data de 15 de setembro de 2026.
O texto reproduzido pelo Conselho Nacional de Secretários de Saúde estabelece critérios de diagnóstico, inclusão, exclusão, tratamento e acompanhamento. Cabe aos gestores estruturar os serviços de referência e organizar os fluxos assistenciais.
LEIA TAMBÉM
A indicação é delimitada por idade e condição clínica. O protocolo não autoriza o uso indiscriminado do medicamento em toda pessoa com hemofilia.
A hemofilia A afeta a coagulação do sangue. O emicizumabe é administrado por via subcutânea, em uma estratégia terapêutica que exige indicação e seguimento especializado.
A norma exige informar o paciente ou seu responsável sobre potenciais riscos e efeitos adversos. A definição do esquema cabe à equipe assistencial, não a orientações genéricas na internet.
A publicação organiza o acesso no SUS, mas não permite afirmar que todos os serviços já receberam o medicamento ou que toda criança da faixa etária preenche os critérios.





















