
A OpenAI anunciou nesta quinta-feira (5) o GPT-6 Cyber, modelo especializado em pesquisas de segurança digital. O acesso inicial, por API e Codex, é destinado a um grupo selecionado de clientes aprovados no programa Daybreak Red.
O anúncio não representa disponibilidade geral para qualquer usuário. A empresa prevê ampliar o acesso aos demais clientes aprovados do programa e exige controles de identidade e segurança.
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Na avaliação ExploitGym divulgada pela desenvolvedora, o modelo obteve 48,5%, ante 32,1% do GPT-5.6 Cyber. São resultados de um teste específico, não uma taxa universal de sucesso contra sistemas reais.
A classificação “crítica” é uma categoria de capacidade no sistema de avaliação da própria empresa. Ela identifica o potencial de uso e os riscos associados; não significa que todo software esteja comprometido.
A companhia informou ter usado o modelo para desenvolver provas de exploração de 948 falhas do kernel Linux e identificar 81 vulnerabilidades inéditas de alta gravidade no Firefox. O comunicado menciona correções propostas e falhas comunicadas aos responsáveis.
Falha identificada, correção sugerida e atualização instalada são etapas diferentes. A Mozilla publicou correções para parte dos problemas; o anúncio não comprova que todos os sistemas afetados estejam atualizados.
O relatório de segurança também mostra resultados não uniformes: numa avaliação externa de descoberta e exploração, o Cyber resolveu 90 de 288 desafios, contra 96 do Astra. Ganhos em uma prova não se repetem automaticamente em todas as tarefas.





















