
A Fiscalía General do Paraguai determinou na quinta-feira (5) a abertura de três investigações criminais relacionadas ao Ueno Bank. As apurações abrangem a supervisão e a resolução do banco, depósitos de recursos públicos e a atuação de autoridades e ex-autoridades.
Uma das frentes deriva da ampliação de uma denúncia apresentada em outubro de 2025 contra o presidente Santiago Peña. A medida consta da resolução FGE 4.474, anunciada pelo Ministério Público em 5 de novembro.
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Outra frente reúne uma denúncia de senadores que cita integrantes do Executivo e autoridades ou ex-autoridades do Banco Central, do Instituto de Previdência Social e da secretaria de prevenção à lavagem de dinheiro, entre outros envolvidos.
A terceira investigação nasceu de uma denúncia apresentada pelo ministro da Economia e Finanças, Óscar Lovera Chávez. A comunicação institucional não informa conclusão sobre a responsabilidade das pessoas mencionadas.
O procurador-geral Emiliano Rolón designou Elena Fiore Franco, Silvia Margarita González Vester e Christian Manuel Benítez para o trabalho. González Vester dirigirá a equipe, sob coordenação da procuradora-adjunta Nancy Salomón Marín.
A abertura das investigações não equivale a condenação: os fiscais deverão esclarecer os fatos e determinar se houve condutas criminosas e responsabilidades individuais.
A iniciativa acrescenta uma frente penal à crise política e bancária. A renúncia de Peña continuava pendente de análise parlamentar no relato publicado na quinta-feira; a instauração dos procedimentos criminais não decide sua permanência na Presidência.





















