
Os investimentos estrangeiros no setor brasileiro de informação e comunicação somaram US$ 5,607 bilhões de janeiro a setembro de 2026, segundo levantamento divulgado nesta sexta-feira (30) pelo Ministério das Comunicações com base em dados do Banco Central. O valor supera os US$ 5,188 bilhões registrados nos mesmos meses de 2025.
Na comparação entre os dois períodos de nove meses, a alta foi de 8,1%, de acordo com o ministério. A pasta afirma que o resultado é o maior da série para esse intervalo do ano.
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O levantamento reúne atividades ligadas a telecomunicações, computação e serviços de informação. O comunicado não detalha quais empresas receberam recursos nem quanto coube a cada segmento. Também não apresenta a tabela completa do Banco Central ou informa o início da série histórica considerada.
Comparação com anos anteriores
O ministério informou que o total de janeiro a setembro foi de US$ 4,994 bilhões em 2024, US$ 4,285 bilhões em 2023 e US$ 3,363 bilhões em 2022. Esses números se referem ao mesmo intervalo de meses, não ao resultado fechado de cada ano.
O volume divulgado é um agregado para o setor: ele não informa, por si só, quanto foi aplicado especificamente em redes móveis, fibra óptica ou centros de dados.
A diferença entre os valores de 2025 e 2026 é de cerca de US$ 419 milhões. A comparação foi feita em dólares correntes; o comunicado não apresenta uma medida ajustada pela inflação nem uma estimativa de empregos gerados pelos investimentos.
O que o dado mostra
Redes de comunicação, serviços digitais e infraestrutura de processamento de dados integram a economia da informação. A entrada de recursos externos pode ocorrer em empresas de atividades diferentes; o total divulgado não discrimina projetos individuais.
O levantamento foi apresentado pela pasta a partir de dados do Banco Central. Sem a série completa e a decomposição dos investimentos no comunicado, não é possível identificar quais operações ou empresas explicam a alta.
A fotografia que ilustra esta notícia é de arquivo e mostra equipamentos de um centro de dados em 2015. Ela não representa um empreendimento mencionado no levantamento.





















