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PM relata artefato explosivo lançado por drone na Serrinha

A Polícia Militar diz que nenhum agente ficou ferido. O relato foi publicado após operação de quinta-feira (29); uma morte em comunidade vizinha foi descrita como ação separada.

Ilustração editorial por IA em estilo de recorte e guache: drone genérico sobre formas geométricas que representam uma área urbana, sem retratar a ocorrência.
Ilustração editorial por IA. Crédito: Matutino, 30/10/2026.

Um artefato explosivo lançado por drone contra equipes da Polícia Militar foi relatado durante uma operação no Complexo da Serrinha, em Madureira, na Zona Norte do Rio, na quinta-feira (29). O comando do 9º BPM informou que nenhum policial ficou ferido, segundo as reportagens consultadas.

A informação sobre o drone aparece atribuída à Polícia Militar; nas matérias consultadas, não foi apresentado laudo pericial que identificasse o artefato ou descrevesse uma eventual detonação.

Como a operação foi descrita

As reportagens de O Dia e da CNN Brasil descrevem uma sequência de ações em comunidades vizinhas. De acordo com a versão atribuída ao comando do 9º BPM, os trabalhos começaram na Primavera, em Cavalcanti. Depois, equipes do batalhão, do Batalhão de Operações Policiais Especiais (Bope) e do Batalhão de Ações com Cães (BAC) atuaram na Serrinha.

A informação sobre a morte de um homem após confronto refere-se a uma ação separada na Primavera, em Cavalcanti; as fontes consultadas não a vinculam ao episódio do drone na Serrinha.

Interdições e prisões

Os relatos também descrevem a interdição temporária da Avenida Edgar Romero. Segundo as informações atribuídas à PM, um ônibus e uma carreta foram colocados na via, e três pessoas foram detidas sob suspeita de tentar interceptar coletivos para bloquear a passagem. Em Malvina, na região de Irajá, outro ônibus foi incendiado durante as ações do mesmo dia.

A Polícia Militar informou ainda a prisão de dois homens que apontou como lideranças locais e a apreensão de armas e munições. Essa caracterização é da corporação; a prisão não equivale a condenação judicial.

Os relatos sobre o trânsito, os ônibus e as detenções também se apoiam em informações operacionais da PM; não foram localizados, nesta checagem, balanços independentes sobre danos civis ligados especificamente ao episódio do drone.

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