
Uma rede de software malicioso chamada XCPE envolveu mais de 1,3 milhão de TV boxes no mundo, segundo relatório publicado pelo Google em 2 de novembro. A empresa afirma ter atuado com parceiros para interromper a infraestrutura usada no controle dos aparelhos.
O problema descrito começa no software de fábrica, antes de o usuário instalar aplicativos. Segundo a análise técnica, o componente tinha privilégios de sistema e podia ser reinstalado a partir de uma partição do fabricante após a remoção do aplicativo e uma reinicialização.
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A infraestrutura era usada para fraude em publicidade, intermediação de tráfego pela conexão residencial e distribuição de outros programas maliciosos, conforme o Google.
Derrubar servidores de comando não significa comprovar que todos os dispositivos ficaram livres do componente instalado. A data do relatório também não deve ser confundida com uma operação realizada nesta quinta-feira (5).
O Google atribui à fabricante Videostrong participação deliberada na operação. Trata-se da conclusão anunciada pela empresa de segurança, não de condenação judicial apresentada nesta apuração.
O levantamento não afirma que todo TV box esteja infectado. A fotografia ilustrativa desta matéria não identifica um modelo afetado pelo XCPE.





















