
A colisão de dois trens de alta velocidade na Espanha deixou ao menos 68 mortos nesta quarta-feira (28), segundo a atualização da Reuters consultada pelo Matutino no ciclo das 12h. O novo balanço é atribuído ao chefe do governo de Castilla-La Mancha, enquanto equipes seguem procurando vítimas.
A contagem é preliminar e substitui os 64 mortos informados anteriormente nesta matéria. As buscas ainda podem alterar o balanço.
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O que disse o ministro
Segundo a Reuters, o ministro dos Transportes, Óscar Puente, afirmou que um trem da Renfe foi autorizado a continuar apesar de um sinal vermelho ativo, associado a uma composição parada adiante. Ele relacionou o sinal a uma falha de comunicação informática e descreveu a decisão de retomar o percurso como um erro que violou o protocolo.
Essa é a explicação apresentada pelo ministro à imprensa e reproduzida pela agência. Não equivale, por si, a uma conclusão pericial ou à responsabilização definitiva de pessoas.
A Renfe declarou que seu trem prosseguiu após autorização e atingiu a composição da Iryo. A operadora defendeu que a investigação estabeleça a sequência e as condições de circulação. A Reuters informou não ter recebido resposta imediata de Iryo e Adif; os pedidos de comentário foram feitos pela agência.
O Matutino não obteve diretamente o boletim de vítimas ou um relatório técnico conclusivo. Balanço e declarações permanecem atribuídos à Reuters.
Atualização de 28/10, ciclo das 12h: incorporados o balanço de 68 mortos e a declaração do ministro. As versões anteriores registraram 30, 39 e depois 64; esses números foram superados. Preservados publicação original, endereço e foto de arquivo de 2011, que não mostra o acidente.





















