Agro

Balanço da APTA relata três contratos de inovação e estudo com resíduos de piscicultura

Órgão paulista divulgou dados de 2024 e 2025 na terça-feira. Projeto busca produzir fertilizante líquido; aplicação comercial ainda é uma possibilidade.

Ilustração conceitual de tanque de peixes, reservatórios e plantas, com a indicação pesquisa em desenvolvimento.
Ilustração editorial gerada por IA sobre pesquisa com efluentes de piscicultura e cultivos. Não mostra instalações da AQUi9/APTA nem comprova o funcionamento da solução em estudo. Arte: Matutino, 28/10/2026. Referência factual da ilustração.

O programa AptaHub Incuba viabilizou três contratos com instituições de pesquisa, somando R$ 364.670 em 2024 e 2025, segundo balanço divulgado pela Secretaria de Agricultura de São Paulo na terça-feira (27).

O órgão informa que 15 startups foram conectadas a pesquisadores no período.

Os valores se referem aos contratos relatados para 2024 e 2025. Não são uma nova liberação financeira anunciada para outubro de 2026.

Entre os exemplos está uma parceria da AQUi9 com o Instituto de Zootecnia, aprovada no PIPE/Fapesp em julho de 2025, para estudar a transformação de efluentes de piscicultura em fertilizantes líquidos.

A proposta combina recirculação de água, sensores e modelagem computacional.

O comunicado descreve pesquisa e potencial de mercado. Não apresenta resultados que comprovem produtividade agrícola, produto registrado ou disponibilidade comercial da solução.

O Matutino não examinou os contratos ou realizou ensaios.

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