
A CrowdStrike identificou 455 entidades do setor jurídico mencionadas em sites de vazamento usados por grupos criminosos, segundo levantamento divulgado nesta quarta-feira (28). O número é 39% maior que o do período anterior, no universo monitorado pela empresa.
A Reuters informa que a análise cobre o intervalo de um ano encerrado em agosto de 2026. Comunicações com clientes e informações sobre negócios tornam esse setor um alvo de interesse para extorsão e roubo de dados.
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A presença de um nome nesses sites é uma alegação do grupo que o publica. O indicador não mede a proporção de todos os escritórios que sofreram ataques nem comprova, caso a caso, os vazamentos anunciados.
🔐 O alcance do levantamento
O comunicado associa o cenário à busca por ganho financeiro e alerta para o possível uso de inteligência artificial para ampliar operações criminosas. O material público consultado não permite calcular quanto da variação foi provocado por IA.
A CrowdStrike vende produtos e serviços de segurança digital e tem interesse comercial no tema. O comunicado e a reportagem não substituem uma auditoria independente de cada ocorrência.
O Matutino leu a divulgação original da empresa e a reportagem da Reuters. Não teve acesso aos arquivos supostamente roubados ou a uma lista validada de vítimas; nenhum escritório é apontado aqui como alvo confirmado.





















