Justiça

Campanhas de Lula e Flávio relatam 1.066 ações eleitorais, informa CNN

Balanço atribuído às equipes jurídicas reúne disputas dos dois lados; processos podem continuar após a votação.

Edifício do Tribunal Superior Eleitoral iluminado ao anoitecer, em fotografia de arquivo de 2022.
Sede do Tribunal Superior Eleitoral, em Brasília, em 17/05/2022. Foto de arquivo: TSE/Wikimedia Commons — domínio público. Não retrata uma sessão de julgamento nem o protocolo das ações de 2026. Origem da fotografia e condição de uso.

As campanhas de Lula (PT) e Flávio Bolsonaro (PL) chegam ao domingo de votação com um balanço de 1.066 ações entre os dois lados, segundo levantamento das equipes jurídicas divulgado pela jornalista Julliana Lopes, da CNN Brasil, nesta madrugada (25).

A publicação informa 597 ações apresentadas pelo lado de Lula contra Flávio e 469 no sentido contrário. O total é atribuído às equipes e à apuração da CNN; não foi recontado pelo Matutino nos sistemas processuais.

Quantidade de ações não equivale a número de irregularidades comprovadas, decisões favoráveis ou condenações. Protocolar um pedido e obter seu acolhimento são etapas diferentes.

Redes e propaganda

Segundo a CNN, as disputas envolveram publicações em redes sociais, direito de resposta, impulsionamento e pedidos de retirada de conteúdo. O uso de inteligência artificial também entrou nos questionamentos levados à Justiça Eleitoral.

Em reportagem independente, o G1 registra que o contencioso deverá continuar após a eleição. O veículo destaca investigações judiciais eleitorais e pedidos ainda pendentes de análise, sem que o encerramento da votação represente o julgamento desses processos.

Depois das urnas

A existência de investigação ou pedido de cassação não significa que uma chapa já tenha sido cassada. Cada processo depende da análise da Justiça, com defesa e decisão próprias.

O balanço desta matéria descreve a judicialização da campanha. Não antecipa o resultado dos processos nem atribui às candidaturas condutas já definitivamente reconhecidas como ilícitas.

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