
Uma proposta do ICMBio para proteger cadeias de montanhas submarinas no Atlântico Equatorial foi debatida com pescadores e representantes de comunidades tradicionais em Natal, na sexta-feira, 6 de novembro. As áreas estudadas ficam principalmente ao largo do Rio Grande do Norte e do Ceará.
O desenho apresentado pelo instituto reúne dois refúgios de vida silvestre, de proteção integral, e uma área de proteção ambiental, que admite usos econômicos sob regras. A soma passa de 18,2 milhões de hectares.
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O que a consulta discute
Os montes se elevam a partir do fundo do oceano. O estudo técnico mapeou habitats em 12 dos 13 montes com topos em profundidades intermediárias. Nesses pontos, a luz disponível permite a presença de recifes e algas calcárias, e o relevo concentra diferentes espécies.
Na reunião, representantes de pescadores questionaram o efeito sobre a renda. Segundo o relato da Agência Brasil, técnicos do ICMBio disseram que as áreas delimitadas ficam além das zonas de pesca artesanal próximas à costa.
A consulta é uma etapa anterior à eventual criação das unidades. O debate inclui limites, regras para atividades como a pesca industrial e a participação das comunidades na gestão.





















