Justiça

PGR defende manter a prisão preventiva de Felipe Vorcaro

Procuradoria apresentou parecer ao STF em 6 de novembro. A defesa pediu a revogação da medida ou sua substituição por outras cautelares.

Paulo Gonet em registro do Tribunal Superior Eleitoral de 6 de outubro de 2022.
Gonet, arquivo 2022 · Alejandro Zambrana/TSE/PDM.

A Procuradoria-Geral da República defendeu na sexta-feira, 6 de novembro, que Felipe Cançado Vorcaro continue preso preventivamente. A posição foi encaminhada à Presidência do Supremo Tribunal Federal, que analisa o pedido da defesa para revogar a prisão ou substituí-la por outras medidas cautelares.

A Procuradoria sustentou que o quadro da investigação não mudou a ponto de justificar a revogação da prisão. Duas coberturas reproduziram o argumento apresentado ao tribunal.

Pedidos distintos no caso Master

Felipe é primo de Daniel Vorcaro, fundador do Banco Master, e foi preso em maio na Operação Compliance Zero. A decisão publicada pelo STF naquele mês decretou inicialmente prisão temporária de cinco dias. A manifestação de novembro se refere à prisão preventiva, modalidade discutida agora pela defesa e pela Procuradoria.

Os advogados contestam a necessidade da manutenção da medida. A defesa de Daniel também apresentou pedido de liberdade no caso Master, analisado separadamente.

O parecer registra a posição da PGR. Cabe ao Supremo decidir sobre o pedido de Felipe.

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