
O banco central da Nova Zelândia manteve a taxa básica em 2,75%, por quatro votos a três. A decisão foi divulgada na quarta-feira (28) no país, quando ainda era noite de terça-feira (27) no Brasil.
Os três integrantes vencidos defendiam aumento de 0,25 ponto percentual, para 3%. A maioria preferiu observar os efeitos de duas elevações anteriores e o comportamento da demanda doméstica.
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A taxa foi mantida nesta reunião. A indicação de que um aperto adicional pode ser necessário é condicional e não equivale a uma alta futura já decidida.
Inflação e recuperação
Segundo o comunicado, a inflação anual passou de 4,1% no trimestre de junho para 3,7% no de setembro. Ainda supera o intervalo da meta, de 1% a 3%.
O banco projeta 4,4% no trimestre de dezembro, sob influência dos combustíveis, mas ressalta a incerteza causada pela volatilidade do petróleo.
Os 3,7% são inflação observada em 12 meses; os 4,4% são uma previsão. Nenhum dos dois números corresponde à variação de apenas um trimestre.





















