
Com o primeiro domingo do Enem marcado para 8 de novembro, cursinhos populares mantêm atividades de preparação voltadas a estudantes em situação de vulnerabilidade social. A rede apoiada pelo Ministério da Educação reúne 1.535 unidades e atende cerca de 58 mil alunos.
Os totais foram divulgados pelo MEC em outubro. O trabalho dos projetos voltou ao noticiário na quinta-feira (5), às vésperas do exame, com relatos sobre o acesso gratuito à preparação e a permanência dos estudantes.
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O apoio aos cursinhos busca reduzir barreiras de preparação, mas não representa aprovação garantida nem reserva automática de uma vaga universitária. A segunda aplicação do Enem está prevista para 15 de novembro.
O programa prioriza estudantes de escolas públicas, pessoas negras, indígenas, quilombolas, com deficiência e de baixa renda. Entre os projetos apresentados está o Jovem de Expressão, em Ceilândia, no Distrito Federal, que oferece preparação gratuita para o Enem e outros processos seletivos.
Quem recebe o auxílio
O auxílio de R$ 200 mensais por seis meses depende de seleção: o apoio informado alcança até 40 estudantes por cursinho contemplado. Não é um pagamento automático aos inscritos no Enem nem um benefício novo anunciado nesta sexta-feira.
Os critérios do programa incluem renda familiar de até um salário mínimo por pessoa. A rede também mobiliza educadores e ações de acompanhamento para ajudar na continuidade dos estudos.
A existência de um cursinho na rede não comprova que haja matrícula aberta ou vaga disponível agora. Para ingressar, é preciso consultar diretamente o projeto responsável e as condições de sua seleção.
A imagem é um registro de arquivo de estudantes em sala de aula e não documenta participantes dos projetos citados.





















