Saúde

Protocolo nacional orienta uso de emicizumabe em crianças com hemofilia A

Norma publicada em 15 de outubro abrange crianças de zero a seis anos sem inibidores do fator VIII.

Tubos de amostras de sangue em recipiente de laboratório
Amostras para exames de sangue em 13/01/2026. Foto de arquivo; não são amostras de pacientes identificados com hemofilia. Crédito: Oleg Yunakov / Wikimedia Commons — CC BY-SA 4.0. Origem da fotografia. Condição de uso.

O SUS passou a contar com um protocolo nacional para o uso de emicizumabe em crianças de zero a seis anos com hemofilia A sem inibidores do fator VIII da coagulação. A portaria conjunta foi publicada em 15 de outubro, embora o ato tenha data de 15 de setembro de 2026.

O texto reproduzido pelo Conselho Nacional de Secretários de Saúde estabelece critérios de diagnóstico, inclusão, exclusão, tratamento e acompanhamento. Cabe aos gestores estruturar os serviços de referência e organizar os fluxos assistenciais.

A indicação é delimitada por idade e condição clínica. O protocolo não autoriza o uso indiscriminado do medicamento em toda pessoa com hemofilia.

A hemofilia A afeta a coagulação do sangue. O emicizumabe é administrado por via subcutânea, em uma estratégia terapêutica que exige indicação e seguimento especializado.

A norma exige informar o paciente ou seu responsável sobre potenciais riscos e efeitos adversos. A definição do esquema cabe à equipe assistencial, não a orientações genéricas na internet.

A publicação organiza o acesso no SUS, mas não permite afirmar que todos os serviços já receberam o medicamento ou que toda criança da faixa etária preenche os critérios.

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