
Manifestantes entraram nesta sexta-feira, 6 de novembro, em um canteiro de obras de um data center ligado à Microsoft, em Amsterdã. O ato integra a oposição de organizações europeias à expansão de grandes instalações que atendem computação em nuvem e inteligência artificial.
Mais de cem ativistas participaram da entrada no terreno, e alguns subiram em guindastes. A responsável pelo empreendimento é a Pure Data Centres.
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A mobilização ocorreu em uma obra; não é um relato de interrupção dos serviços de um data center em funcionamento.
Ambiente e regras de expansão
A campanha Stop Dirty Data Centres pede uma moratória de grandes projetos até a adoção de regras que atendam preocupações sociais e ambientais. Organizadores anunciaram ações para sexta e sábado.
Os manifestantes questionam o uso de energia, água e espaço; isso não demonstra, por si só, o impacto específico deste empreendimento.
A polícia holandesa informou à noite ter detido entre 150 e 200 pessoas por suspeita de invasão de propriedade. O número é um balanço policial reportado na cobertura, não uma contagem própria.
A Microsoft afirmou respeitar manifestações pacíficas, mas rejeitou ações ilegais ou que coloquem pessoas em risco. A Pure pediu a saída dos manifestantes e diálogo.
Não foram obtidos dados técnicos que permitam quantificar o consumo ou o efeito ambiental desta obra.





















