
O Ministério da Saúde e o IBGE reforçaram a mobilização no Rio de Janeiro para ampliar a participação na coleta de material biológico da Pesquisa Nacional de Saúde (PNS). Segundo a divulgação de quinta-feira (5), haviam sido realizadas 590 coletas entre aproximadamente 1.100 previstas no estado.
Os exames integram uma amostra selecionada da pesquisa; não se trata de um serviço aberto a qualquer pessoa que solicite atendimento. A etapa utiliza sangue e urina para complementar as informações das entrevistas.
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A terceira edição da PNS prevê alcançar cerca de 140 mil domicílios no país. Dentro desse universo, a coleta biológica é destinada a uma subamostra de pessoas de 35 anos ou mais em capitais e regiões metropolitanas, com previsão de 15 mil a 20 mil participantes.
As visitas são previamente combinadas. A coleta em casa é feita por profissional habilitado, em parceria com laboratório, sem cobrança ao participante. A pesquisa busca reunir indicadores para orientar políticas públicas sobre doenças crônicas, condições de vida e acesso à saúde.
A quantidade de exames já coletados mede o andamento do trabalho de campo, não a proporção da população que tem alguma doença. Resultados de saúde exigem análise da amostra e de sua metodologia antes de qualquer estimativa populacional.
Como conferir a identificação
Os entrevistadores do IBGE utilizam identificação funcional e equipamentos de trabalho. Em caso de dúvida, o morador pode conferir o profissional pelos canais oficiais do instituto, inclusive o telefone 0800 721 8181, de segunda a sexta-feira.
Os resultados individuais são destinados ao participante ou a uma pessoa por ele autorizada; a divulgação estatística deve preservar o sigilo das informações pessoais. A participação não autoriza a exposição pública do nome associado aos exames.
A fotografia mostra tubos de laboratório em registro de arquivo de janeiro de 2026. Ela não documenta a coleta da PNS nem permite identificar participantes.





















