
Pedro Alliana permanece na linha de sucessão da Presidência do Paraguai após a Câmara rejeitar nesta quinta-feira (5) o pedido para submetê-lo a impeachment. Foram 48 votos pela rejeição e 30 favoráveis ao processo contra o vice.
A votação sobre Alliana é diferente da acusação aprovada contra Santiago Peña, que ainda depende de julgamento no Senado. Peña anunciou a apresentação de sua renúncia durante a crise do Ueno Bank.
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A votação da renúncia de Peña em sessão conjunta foi suspensa nesta quinta-feira após a saída de governistas e a perda de quórum. O novo estágio mantém pendente o desfecho institucional da transição; não comprova a posse de Alliana.
O que prevê a sucessão
O artigo 234 da Constituição prevê que o vice assuma em caso de vacância presidencial e complete o mandato. Já o artigo 202 atribui ao Congresso aceitar ou rejeitar a renúncia do presidente e do vice.
Alliana é vice desde 2023. Antes, governou Ñeembucú de 2008 a 2012 e foi deputado de 2013 a 2023, além de presidir a Câmara e dirigir o Partido Colorado.
Estar na linha de sucessão não é confirmação de posse. A transição precisa ser acompanhada por seus atos institucionais, sem antecipar o resultado da sessão.
Atualização: incorporada a suspensão da votação da renúncia por falta de quórum. A publicação original foi preservada.





















