
O dólar à vista terminou a quinta-feira (5) a R$ 5,4876, com alta de 0,67%. O Ibovespa encerrou o pregão aos 166.191,45 pontos, recuo de 0,82%, em uma sessão de perda de apetite por ativos de risco no exterior.
Esses números são os fechamentos do dia, não cotações em tempo real. Em Wall Street, ações de tecnologia e inteligência artificial estiveram entre os principais focos de pressão.
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O Nasdaq caiu 5,52%, o S&P 500 recuou 4,36% e o Dow Jones perdeu 3,44%. O movimento ocorreu depois da reação positiva da sessão anterior às eleições americanas.
A coincidência entre decisões políticas e movimentos de preços não permite atribuir toda a oscilação a uma única causa. No Brasil, o mercado também acompanhou a manutenção da Selic em 13,75% ao ano e a discussão da agenda fiscal.
Após reunião com Lula, Dario Durigan disse que propostas seriam aprofundadas para análise depois da viagem presidencial. No evento sobre minerais críticos, Lula defendeu previsibilidade e responsabilidade fiscal para atrair investimentos.
A reunião e o discurso não equivalem ao anúncio de um pacote fiscal detalhado. A definição das medidas permanece como etapa a acompanhar.





















